Dirigente do Guarani abafa crise

A derrota para o Bahia por 2 a 0, na última quarta-feira, por pouco não termina em uma grande crise no Guarani. Ao final do jogo, o volante Emerson saiu de campo fazendo duras críticas ao ataque do time, que perdeu muitos gols, e principalmente Rodrigão, que desperdiçou pelo menos três grandes chances de marcar."Aqui no Guarani não tem moleque. Todo mundo tem família. Não vou ficar correndo para os outros, não. O que adianta correr e o time não marcar gols? Depois dizem que a defesa é horrível", desabafou o volante Emerson ainda no estádio em Salvador.Irritado com as declarações do companheiro, Rodrigão, artilheiro do Guarani no Campeonato Brasileiro, com oito gols, respondeu as críticas. "Não adianta ficar falando isso, pois o time também não pode ficar tomando esses gols que tomamos."Apesar da troca de acusações, o gerente de futebol do Guarani, Neto Ferreira, tratou de colocar amenizar o clima e não deve punir ninguém pelo fato acontecido. "Não há porque punir. O que eles falaram é verdade. Já conversei com os dois, que estavam de cabeça quente na hora do jogo. Já se entenderam e só disseram aquilo porque querem o melhor para o Guarani, sempre", explicou o dirigente.O Guarani, com a derrota, se manteve com 21 pontos e, no próximo domingo, às 16 horas, enfrenta o São Caetano no estádio Anacleto Campanella, pela 17ª rodada do Brasileirão.

Agencia Estado,

10 de julho de 2003 | 17h54

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