Dirigente goiano quer 'jogar água no chope' do São Paulo

Hailé Pinheiro, um dos fundadores do time, afirma que Fluminense colocou um pouco e Goiás colocará o resto

Rubens Santos, Agencia Estado

05 de dezembro de 2008 | 19h04

Antes de embarcar para Brasília, o time do Goiás ganhou uma recomendação no mínimo jocosa, do presidente do Conselho Deliberativo: "Estou com uma expectativa muito boa em relação ao jogo contra o São Paulo", disse Hailé Selassié Pinheiro, um dos fundadores do time. "Nós vamos colocar água no chope deles. O Fluminense colocou um pouco e nós vamos colocar o resto", avisou com um sorriso no rosto.Veja também:Muricy Ramalho promete São Paulo no ataque contra o Goiás Vote: Quem será campeão: São Paulo ou Grêmio? Simule os resultados da rodada final da Série A Brasileirão Série A - Classificação Dê seu palpite no Bolão Vip do LimãoO ala Vitor manteve o clima de descontração. "Fala-se de dívidas do Goiás com o Grêmio", declarou o jogador. "Não devemos nada ao Grêmio embora os jogadores do Grêmio tenham honrado suas camisas no final do ano passado", lembrou. "Contra o São Paulo nós vamos fazer o mesmo, honrar a nossa camisa".Indiferente a tudo, o técnico Hélio dos Anjos manteve o suspense sobre a escalação do time que sai jogando. No entanto, manteve o atacante Fausto jogando na posição do suspenso Iarley, enquanto garantia um lugar para o meia Romerito entre os reservas. O time principal treinou com: Harlei, Ernando, Henrique, Rafael Marques e Thiago Feltri; Vitor, Fahel, Ramalho e Júlio César; Paulo Baier e Fausto.CAUTELAJá o goleiro Rogério Ceni, capitão são-paulino, preferiu não entrar em polêmica. "Não vejo nenhuma provocação. O Grêmio também tem uma possibilidade de título e todos têm o direito de falar o que bem entenderem". Para ele, o importante é conhecer bem o adversário e entrar em campo concentrado para o confronto decisivo de domingo. "Independente da experiência não fico ansioso para o jogo, mas fico preocupado com as diferentes situações que podem acontecer na partida", assinalou. (Com André Avelar - estadao.com.br)

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