Dirigente vê Itália com problema grave no ataque

Os problemas que enfrenta a Itália na Copa do Mundo vão mais além da seleção, segundo Giancarlo Abete, presidente da Federação Italiana de Futebol. A equipe empatou por 1 a 1 nas suas duas primeiras partidas, contra Paraguai e Nova Zelândia. Até criou algumas chances de gol, mas não as converteu.

AE-AP, Agência Estado

21 de junho de 2010 | 11h52

"[A falta de gol] é um problema que vamos ter que analisar depois da Copa do Mundo", manifestou Abate, nesta segunda-feira. "Não temos jogadores de grande nível. É um problema do futebol italiano. Estamos em um período de mudanças de geração. Também temos problemas com os juvenis e com o sub-21".

O meio-campista Daniele de Rossi marcou contra o Paraguai, depois de uma falha do goleiro, e o atacante Vicenzo Iaquinta anotou em uma cobrança de pênalti diante da Nova Zelândia. A maioria das jogadas de perigo que a Itália teve foram criadas por meio-campistas. Riccardo Montolivo inclusive acertou a trave contra os neozelandeses.

Os atacantes Alberto Gilardino, Antonio Di Natale e Giampaolo Pazzini não fizeram gols e o técnico Marcello Lippi foi criticado por não convocar para a Copa do Mundo os talentosos, mas problemáticos Antonio Cassano e Mario Balotelli.

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