Martin Benetti/AFP
Martin Benetti/AFP

Dirigentes da CBF negam 'abandono' da seleção no Chile

Diretor de marketing é o único que permanece com a delegação

Almir Leite e Gonçalo Junior - Enviados especiais a Santiago, O Estado de S. Paulo

22 de junho de 2015 | 07h33

Os dirigentes da CBF que estão em Santiago asseguram que a seleção brasileira não está abandonada durante a realização da Copa América. "Não existe nenhum minuto que a direção da CBF não esteve nem estará presente", disse neste domingo o secretário-geral da entidade, Walter Feldman. "Acredito que é uma das seleções brasileiras que têm mais suporte nos últimos tempos", acrescentou o diretor de marketing da entidade, Gilberto Ratto.

Ele é o único dirigente que fica todo o tempo com a delegação. Feldman e o chefe da delegação, João Doria Jr., alternam a presença com viagens ao Brasil. "Eu cumpro o meu papel institucional, diplomático, de representar a CBF nos encontros diplomáticos, com as confederações, federações, e também no acompanhamento ao lado dos jogadores para que eles sintam que estamos presentes", afirmou Doria Jr.

Ele reiterou que aceitou o convite para chefiar a delegação feito pelo presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, sob a condição de não ficar no Chile em tempo integral. "É difícil para um empresário se ausentar (de suas atividades) durante 30 dias seguidos", disse.

Feldman disse que a CBF não foi omissa na questão da expulsão de Neymar. "Acompanhamos como deve ser. Nós não deveríamos em nenhum momento fazer qualquer tipo de pressão sobre aqueles que tomariam a decisão, respeitamos o aspecto jurídico", afirmou.

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