Hélvio Romero/Estadão
Hélvio Romero/Estadão

Dois anos sem Carlos Alberto Torres, o capitão do tri mundial da seleção

Respeitado, ele é considerado até hoje como uma das maiores lendas do futebol mundial

O Estado de S.Paulo

25 Outubro 2018 | 18h18

Há exatos dois anos, Carlos Alberto Torres morria no Rio de Janeiro, após sofrer enfarte, e deixava uma história marcada por títulos, respeito em todo o mundo e a personificação de um líder dentro e fora dos gramados. O eterno capitão do tricampeonato mundial morreu com 72 anos e sua trajetória ficará para sempre marcada na história do futebol.

Respeitado. Assim era Carlos Alberto Torres. Capitão da seleção na conquista do tricampeonato mundial, o ex-jogador foi o responsável por erguer a taça Jules Rimet depois da vitória implacável sobre a Itália por 4 a 1 na decisão. Dono de uma personalidade marcante e de elegância em campo, o capitão do tri sempre soube fazer ser ouvido, seja com conselhos importantes ou broncas homéricas. Até Pelé, o Rei do Futebol, sofreu na mão de Carlos Alberto Torres - Pelé tem quatro anos a mais do que o amigo.

Ele é considerado até hoje como um dos maiores laterais-direitos da história do futebol. Carlos Alberto atuou profissionalmente por quase duas décadas e foi campeão com o Flamengo, Botafogo e Fluminense como treinador. Desde 2005, entretanto, estava afastado dos gramados como técnico e trabalhava apenas como comentarista do SporTV.

Capita, como era chamado por seus ex-companheiros de seleção, confidenciou ao Estado que o jogo mais marcante de sua vida foi justamente aquele 4 a 1 sobre a Itália, na Copa de 70.

 

 

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