Dois são presos por atentado contra seleção de Togo

A rádio estatal de Angola informou nesta segunda-feira que duas pessoas foram presas por suposta responsabilidade no atentado que matou dois integrantes da delegação de Togo e o motorista do ônibus que conduzia a seleção do país na última sexta-feira, em Angola, onde começou no último domingo a Copa Africana das Nações.

AE-AP, Agencia Estado

11 de janeiro de 2010 | 09h17

Segundo o comunicado da rádio angolana, as duas pessoas supostamente envolvidas no crime foram presas no domingo, mas nenhum outro detalhe sob as prisões foi fornecido imediatamente pelas autoridades do país.

Autoridades angolanas culparam, na última sexta-feira, o movimento separatista da região norte da cidade de Cabinda, onde o ataque aconteceu, pelo ocorrido. Um dos líderes da Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (Flec), porém, negou que o movimento tenha sido o autor do atentado que matou o auxiliar-técnico Abalo Amelete e o assessor de imprensa Stanislas Ocloo, além do motorista angolano que conduzia à seleção togolesa.

A seleção de Togo desembarcou nesta segunda-feira em Lomé, capital do país, depois de o governo togolês ter mandado um avião para buscar os jogadores, que chegaram a pedir para jogar em homenagem aos companheiros mortos no atentado. O país faria a sua estreia na Copa das Nações nesta segunda, contra Gana, em Cabinda, em um dos confrontos da primeira rodada do Grupo B da competição. O duelo entre Costa do Marfim e Burkina Fasso abre a chave.

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