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Dória aprova vinda de técnico estrangeiro, mas alerta para idioma

Zagueiro do São Paulo destaca que boa comunicação é fundamental

Ciro Campos, O Estado de S. Paulo

22 de maio de 2015 | 07h00

Somente com 20 anos, o zagueiro Dória já tem uma experiência internacional suficiente para fazer um alerta a estrangeiros que procurem trabalhar em outro país. Enquanto o São Paulo procura o colombiano Juan Carlos Osorio para assumir o time, o defensor explica que a dificuldade na comunicação é uma grande barreira, como a que vivenciou na França.

O ex-botafoguense passou um semestre no Olympique de Marselha, no ano passado, e teve poucas chances de jogar e também de se adaptar ao país. "A comunicação é o mais importante para um estrangeiro. Você não conseguir falar do jeito que o jogador entenda é um problema. Isso é primordial", disse o zagueiro nesta quinta-feira, ao responder sobre a possibilidade de ser comandado por um colombiano. "Se for o Osorio, dá para entender um pouco o que ele querer passar. Se fosse uma língua mais difícil até seria problema".

Na França, Dória jogou sob o comando do argentino Marcelo Bielsa, de quem recebeu poucas oportunidades, mas evita criticar. "Ele é um excelente treinador, os trabalhos dele sempre você vê acontecendo  nos jogos o que é trabalhado durante a semana. Todas as posições têm um trabalho separado nos treinos. Seria um bom nome", comentou.


A situação atual do zagueiro no clube é incerta. O contrato de empréstimo com o clube francês termina em jogo e do período de seis meses que Dória tem previsto para atuar pelo São Paulo, parte foi perdida foi lesões. O jogador chegou a machucar os dois tornozelos e ser desfalque até mesmo na Copa Libertadores.

"Tenho até o fim do contrato sete ou oito finais. O que vai acontecer peço para o meu empresário nem me passar, para que eu fiquei tranquilo nessa sequência de treinamentos e jogos. Quero estar sempre jogando. Estou feliz, perto da minha família, mas também tenho o sonho de construir minha carreira na Europa", explicou.

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