Alex Silva/Estadão
Alex Silva/Estadão

Doriva rechaça temor de demissão após derrota do São Paulo

Em cinco partidas, já são três derrotas e apenas uma vitória

CIRO CAMPOS, O Estado de S. Paulo

29 de outubro de 2015 | 10h05

A eliminação do São Paulo nas semifinais da Copa do Brasil diante do Santos não deixou o técnico Doriva inseguro sobre a continuidade no cargo. Na entrevista coletiva depois da derrota por 3 a 1 na Vila Belmiro, o treinador garantiu que está confiante no trabalho iniciado há cinco partidas e disse que seria injusto a queda na competição provocar a sua saída do comando do time.

A contratação de Doriva foi uma das últimas ações do ex-presidente Carlos Miguel Aidar antes da renúncia, no dia 13 de outubro. Em cinco partidas sob o seu comando, o São Paulo teve três derrotas, um empate e uma vitória. "Estou tranquilo, tenho confiança no meu trabalho e vou seguir fazendo até que a diretoria entenda que dá para continuar. Tenho qualificações para isso, não posso ser avaliado só por um resultado", afirmou o técnico.

Durante a eleição presidencial do clube na noite de terça-feira, no Morumbi, os dois principais dirigentes do São Paulo manifestaram apoio a Doriva. O recém-eleito Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, afirmou que vai apoiar o treinador. Já o vice-presidente de futebol Ataíde Gil Guerreiro, disse que gosta do trabalho do técnico.

O São Paulo tem pela frente mais seis jogos no ano, todos pelo Campeonato Brasileiro. O clube luta por vaga na Copa Libertadores e tem como um dos concorrentes diretos o Santos. "Tínhamos duas oportunidades de chegar à Libertadores, uma infelizmente perdemos. Vamos focar na outra já para conseguir o resultado positivo contra o Sport", afirmou o treinador em referência ao jogo do próximo sábado, no Morumbi.

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