Werther Santana / Estadão
Werther Santana / Estadão

Dorival tenta conter a euforia no São Paulo e elogia Cueva

Treinador quer manter o foco do grupo após resultado positivo sobre o Vitória no Barradão

O Estado de S.Paulo

17 de setembro de 2017 | 19h33

Após derrotar o Vitória no Barradão por 2 a 1, em jogo válido pela 24 ª rodada, o São Paulo viu o clima no seu vestiário mais leve. O resultado positivo fora de casa deixa a equipe com 27 pontos, muito mais próximo dos rivais diretos na luta contra o rebaixamento do Brasileirão. Mas o técnico Dorival Junior fez questão de conter a euforia do grupo.

O treinador não quer uma repetição do que aconteceu após a virada de 4 a 3 sobre o Botafogo, quando a equipe perdeu um pouco do foco e foi derrotada nas duas partidas seguintes, contra Coritiba e Bahia.

"Vejo hoje uma equipe mais preparada e consciente. Pode acontecer qualquer coisa no domingo (contra o Corinthians), mas vamos nos preparar muito, vejo os jogadores muito mais preocupados e interessados com o momento do clube."

O treinador aproveitou para negar que exista qualquer problema no grupo de jogadores. "As pessoas falam de grupo rachado, que grupo rachado? Estamos nos apegando a tudo. Isso aí é explorado de uma maneira que não é realidade dos fatos. Teve algo, foi conversado, são homens. Daí para grupo rachado, tem uma distância muito grande. Vocês estão vendo como eles estão se entregando nos treinamentos, as comemorações, isso aí mostra bem como está o grupo do São Paulo."

Depois de ter contornado uma discussão via imprensa entre Rodrigo Caio e Cueva, o comandante tricolor reforçou a importância do peruano para a recuperação do time. "Cueva é um jogador, já diziam vocês, importante. Não dá para abrir mão de um jogador com essas características. Ele é diferenciado, está interessado em buscar sua melhora. Espero que ele continue trabalhando como ele vem trabalhando."

O meia entrou na segunda etapa contra o Vitória e teve participação decisiva no triunfo do São Paulo, ao cruzar a bola para o gol de Militão e fechar o placar com um gol olímpico.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.