Daniel Teixeira|Estadão
Daniel Teixeira|Estadão

Dorival nega relaxamento no fim: 'gols foram um acaso'

Santos vencia por 2 a 0 quando foi surpreendido com empate

Ciro Campos, O Estado de S. Paulo

24 de abril de 2016 | 20h02

Em dois minutos o Santos levou dois gols e transformou a classificação encaminhada para a final do Campeonato Paulista em um sufoco. Neste domingo o time por pouco não foi eliminado na semifinal, na Vila Belmiro, após empatar em 2 a 2 no tempo normal e ter que buscar a vaga nos pênaltis, por 3 a 2, resultado que, segundo o técnico Dorival Junior, não foi fruto de um relaxamento da equipe.

Para o treinador, apesar de vencer por 2 a 0 até 42 minutos do segundo tempo, com gols de Gabriel, o Santos não permitiu o empate por ter se acomodado. "Foram gols por circunstâncias do futebol, em jogadas isoladas. Foi um acaso. O time levou um gol, sentiu o baque, e depois eles empataram", comentou Dorival Junior após a partida. Na opinião dele, a vitória nos pênaltis fez justiça à atuação no tempo normal. O Santos fez um gol em cada tempo e dominou a maior parte da partida, disputada com a presença de torcida única. "O time estava equilibrado. Continuamos marcando bem. Seria injustiça se o time perdesse", afirmou o treinador. Os dois gols do empate palmeirense foram marcados por Rafael Marques.

A vitória nos pênaltis foi uma espécie de repetição das duas decisões anteriores entre as equipes, em 2015. No Campeonato Paulista o Santos levou a melhor na disputa do título, enquanto na Copa do Brasil perdeu a decisão no Allianz Parque. "Não existe preparação adequada para os pênaltis. Não existe como ter a certeza de que o time será decisivo e mortal. O momento emocional tem mais peso", afirmou.

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