Dorival nega rixa entre gringos e brasileiros no elenco do Palmeiras

Treinador da equipe descarta a existência de um racha no grupo e prometeu dar chances aos oito estrangeiros que estão no clube

Estadão Conteúdo

09 Setembro 2014 | 10h05

O técnico do Palmeiras, Dorival Júnior, negou existir problemas de relacionamento entre brasileiros e estrangeiros dentro do elenco da equipe. Em entrevista ao SporTV, o treinador contou que conversou com os atletas nascidos em outro país para garantir a eles que teriam o mesmo espaço dado aos brasileiros dentro do time, mesmo com a saída do técnico argentino Ricardo Gareca.

"Não tem problema de relacionamento. Conversei com oito estrangeiros. Todos disseram que foram muito bem recebidos. Há momentos em que as coisas não acontecem. Acompanhamos o trabalho do Ricardo (Gareca) e sabemos o potencial de um profissional como ele", disse. O treinador argentino indicou ao clube quatro compatriotas (o meia Allione, o zagueiro Tobio e os atacantes Cristaldo e Mouche), todos com contratos de no mínimo quatro anos de vínculo.

Além do quarteto argentino, no elenco há o chileno Valdivia, o paraguaio Mendieta e os uruguaios Eguren e Victorino. Com oito estrangeiros, o Palmeiras não pode relacionar todos juntos para uma mesma partidas. Em jogos do Brasileirão, por exemplo, o máximo é de cinco atletas nascidos fora do País.

Dorival estreou como técnico da equipe no último domingo, contra o Atlético-PR, e apesar de considerar o empate em 1 a 1 como um bom resultado, admitiu a dificuldade de fazer o time evoluir. "Não é fácil de tentar dar um novo padrão à equipe dentro do que você imagina ser o ideal. O que dificulta não é ter tempo de treinamento", disse.

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