Douglas não se arrepende: "Não tenho sangue de barata"

Nas entrevistas após a derrota para o Cerro Porteño, os jogadores do Palmeiras e o técnico Leão esqueceram a fraca atuação da equipe em campo e justificaram a batalha campal em que se envolveram no início do segundo tempo.O zagueiro Douglas, principal personagem da confusão, garante que não se arrepende de tê-la iniciado. "Eu fui o último a chegar no tumulto no final do primeiro tempo. Fiquei indignado ao ser expulso no começo do segundo, mas estava me retirando quando fui agredido. Não tenho sangue de barata de aceitar isso em casa", afirmou, antes de reiterar: "Aqui quem manda é a gente".Leão disse que a briga é comum em jogos internacionais e pôs a culpa na arbitragem do boliviano René Ortubé. "Isso aqui já acontecia na época da Academia. É desagradável, não apoio, mas é a realidade. Quem não tem autoridade permite esse tumulto."

Agencia Estado,

14 de abril de 2006 | 00h38

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