Dr. Afonso só não cura rebeldia

Afonsinho continua o mesmo, aperfeiçoando o imperfeito. O rebelde dos anos 60, o primeiro jogador a ganhar passe livre no futebol brasileiro, depois de uma briga imensa com o Botafogo carioca, trabalha como médico em um projeto que busca a inserção social de pessoas com deficiência mental. Aos 54 anos, o cabelo está um pouco menor, mas a barba continua do mesmo tamanho - só que totalmente branca. Tem um neto, continua jogando peladas e manda um recado aos jogadores da ativa. "Considero o fim do passe como o fim da escravidão para a raça negra, em 13 de maio de 1888. É apenas o primeiro passo. Os jogadores devem organizar-se de maneira forte para evitar o que aconteceu com os negros, que deixaram de ser escravos e ficaram na miséria. A luta é muito grande", diz. Leia mais no Jornal da Tarde

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