Peter Powell/EFE
Peter Powell/EFE

Drible vira artigo de luxo na Copa do Mundo da Rússia

Até agora, quatro seleções não conseguiram realizar o fundamento: Croácia, Irã, Dinamarca e Nigéria.

O Estado de S.Paulo

17 Junho 2018 | 08h27

Por enquanto, o drible está sendo uma raridade na Copa do Mundo na Rússia. Nas oito partidas disputadas até agora, este recurso técnico foi utilizado apenas 22 vezes, sendo que quatro seleções não conseguiram realizar o fundamento: Croácia, Irã, Dinamarca e Nigéria.

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Driblar o rival é importante para ganhar espaço em um campo cada vez mais congestionado de defensores. Ao mesmo tempo, quando se acerta esse tipo de jogada, o oponente fica para trás, ou seja, a equipe ganha vantagem numérica. Além disso, o drible é capaz de desmontar esquemas táticos. Só que as seleções estão optando muito pouco pelo recurso.

Os times investem nos passes e viradas de jogo para tentar superar retrancas, mas a estratégia nem sempre dá certo. Os lances de genialidade ou extrema habilidade ainda não foram vistos com frequência na Rússia.

 

Segundo dados do Footstats, o Peru foi o que mais acertou o drible: quatro. Depois vem Argentina, Rússia e França. Mesmo assim a quantidade de tentativas é pequena se comparada com edições do passado, quando o drible era quase regra.

 

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