Duas mil relíquias de Pelé são expostas pela última vez

Peças do Rei do Futebol estão em Londres

Redação, Estadão Conteúdo

31 de maio de 2016 | 15h12

Quem quiser ver as medalhas que Pelé recebeu ao ganhar as Copas do Mundo de 1958, 1962 e 1970, a bola do milésimo gol ou o certificado dado pelo Guinness Book, que comprova que ele é o maior artilheiro de todos os tempos, precisa correr. Abre nesta quarta-feira e fecha na segunda, em Londres, a última exibição pública de cerca de 2 mil relíquias do Rei do Futebol. Todos esses itens fazem parte de um gigantesco leilão que será realizado pela Julien’s Auctions, uma das mais famosas casas de leilão do mundo, também na capital inglesa. A coleção é anunciada como a mais importante de esportes já levada a leilão.

Como os itens podem ser arrematados por colecionadores particulares, existe a possibilidade de eles nunca mais serem expostos. A intenção com a exposição na galeria Mall Galleries, contudo, é atrair interessados no leilão que começa na terça-feira que vem e deve durar até quinta. O item com estimativa de ser o mais caro é a réplica do Troféu Jules Rimet, que o Brasil recebeu com o tricampeonato, em 1970, e que foi roubado e derretido. A previsão é que o item custe entre US$ 400 mil e US$ 600 mil. As três medalhas, juntas, devem sair por um valor entre US$ 100 mil e US$ 200 mil.

A lista de objetos mais desejados inclui a bola do gol 1.000 (até US$ 60 mil), o anel de campeão da NASL pelo Cosmos (US$ 40 mil) e o troféu de 'Atleta do Século', oferecido pelo jornal francês L'Equipe (US$ 30 mil).

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