Evelson de Freitas/AE
Evelson de Freitas/AE

Dunga alega cansaço para atuação regular da seleção

Técnico explica vitória sobre sul-africanos e não acredita que os americanos 'venham para cima' na final

SÍLVIO BARSETTI E LUIZ ANTÔNIO PRÓSPERI, Agência Estado

25 de junho de 2009 | 20h36

JOHANNESBURGO - O Brasil não chegou a fazer uma partida ruim nesta quinta-feira, mas também esteve longe de mostrar algum brilhantismo. A vitória por sobre a África do Sul e a classificação à final da Copa das Confederações vieram com uma bela cobrança de falta de Daniel Alves, já no fim do jogo. Para o técnico Dunga, o principal motivo para a atuação apenas regular foi o cansaço dos jogadores.

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"Nossa equipe disputou seis jogos decisivos em 19 dias, com várias viagens, fuso horário", alegou o treinador. Com a expressão fechada e cara de poucos amigos, Dunga preferiu exaltar o bom posicionamento da equipe de Joel Santana, o que dificultou o ataque brasileiro. "Foi um jogo duro", disse, reclamando do gramado no Ellis Park Stadium. "Era preciso dar dois, três toques, para dominar a bola."

Mesmo com o semblante fechado, Dunga não deixou de assumir parte dos méritos pela vitória sofrida. Ao comentar a entrada de Daniel Alves no lugar de André Santos, disse que era para dar mais agilidade ao time e utilizar o lateral-direito em caso de "algum lance de bola parada". "Botei um jogador agressivo, de velocidade, que é um especialista em cobranças de falta. Deu certo", afirmou.

Já projetando a decisão contra os Estados Unidos (domingo, às 15h30, com transmissão online do estadao.com.br), Dunga disse não acreditar que os norte-americanos "venham para cima do Brasil". Para o jogo do próximo domingo, o treinador espera postura semelhante à da partida contra o mesmo rival pela fase de classificação, quando a seleção venceu por 3 a 0. "No primeiro jogo, eles só partiram para o ataque quando abrimos o placar. Até então, estavam lá atrás."

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