Mario Ruiz/EFE
Mario Ruiz/EFE

Dunga coloca culpa na falta de objetividade por derrota para o Chile

Treinador vê jogo equilibrado, com o Chile preciso nas finalizações

Almir Leite, Enviado especial a Santiago, O Estado de S. Paulo

08 de outubro de 2015 | 23h07

O técnico Dunga considera que a falta de objetividade da seleção brasileira no momento da definição das jogadas foi determinante para a derrota da seleção brasileira para o Chile na noite desta quinta-feira em Santiago. Ele 

considera que a partida estava equilibrada até o primeiro gol. E admitiu que os jogadores adversários foram mais 

eficientes no momento de concluir os lances.

"O jogo foi igual no primeiro tempo e continuou parelho até o gol. O Brasil teve quatro ou cinco oportunidades antes disso, mas não tomamos a melhor decisão na hora de definir'', disse o treinador. Ele se refere aos lances em que Oscar, por duas vezes, Willian e Hulk, entre outros, preferiram tentar o passe quando a melhor alternativa talvez fosse bater contra o gol de Claudio Bravo. "Eles foram mais eficientes nas finalizações.''

Apesar da derrota, a primeira de uma seleção brasileira em estreia em Eliminatórias, Dunga viu pontos positivos na equipe. "Nem sempre quando se perde as coisas são todas ruins.'' No entanto, ele não entrou em detalhes sobre os méritos do time, embora tenha falado sobre a organização inicial.

Com a derrota desta noite, Dunga vou cair sua invencibilidade pessoal diante do Chile como treinador da seleção - 

havia vencido as sete partidas anteriores que disputou com o rival. E o Brasil viu ir por terra uma série invicta de 

14 jogos e que durava 15 anos.

Na manhã desta sexta-feira, a seleção faz um treino fechado em Santiago. Às 13 horas embarca para Fortaleza, onde 

enfrenta a Venezuela na próxima terça-feira.


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