Alex Silva/Estadão
Alex Silva/Estadão

Dunga esconde time, mas diz que o melhor é sempre mudar pouco

Enigmático, treinador não revela equipe que encara a Venezuela

ALMIR LEITE, ENVIADO ESPECIAL A FORTALEZA, O Estado de S. Paulo

12 de outubro de 2015 | 17h53

O técnico Dunga manteve seu comportamento enigmático e não revelou a escalação da seleção brasileira para a partida contra a Venezuela, nesta terça-feira, pelas Eliminatórias. Ele admitiu estar em busca das melhores opções para a equipe, depois da derrota para o Chile na estreia, mas também disse que se ficar mudando toda hora acaba comprometendo a confiança dos jogadores.

"Nós temos que buscar as melhores opções, mudar um pouco taticamente, depende do que poderemos introduzir. Vamos buscar jogadores que estão em melhor condição física e temos de buscar alternativas'', disse, durante a entrevista coletiva que precedeu o último treino da seleção para o jogo com os venezuelanos.

Mas em seguida, Dunga acrescentou: "Não significa que vamos mudar em todo jogo, porque já temos problemas de entrosamento. Se mudar toda hora, piora".

Nos últimos treinamentos, Dunga testou Filipe Luís na lateral esquerda, no lugar de Marcelo, e Lucas Lima no meio de campo, na vaga de Oscar. Também trabalhou com Lucas Moura no lugar de Willian.

Dunga garantiu que, junto com sua comissão técnica, tem quebrado a cabeça para tentar encontrar uma maneira de fazer a seleção jogar bom futebol, a ponto de perder o sono. "Eu e minha comissão técnica não dormimos muito bem", afirmou. "E não é coisa de agora. Se nos queremos carinho da torcida, também sabemos que eles querem receber carinho da nossa parte. Um bom futebol, uma vitória, para que tenham alegria, possam sorrir'', disse."Eu não sou muito de rir, mas também gosto.''

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