Fabiana Fantini/Ponte Press
Fabiana Fantini/Ponte Press

Dupla de volantes entra com ação na Justiça do Trabalho contra a Ponte Preta

Volantes alegam que estão com os salários atrasados

Estadão Conteúdo

30 Janeiro 2018 | 22h46

Enquanto o técnico Eduardo Baptista busca encontrar uma constância para o time dentro de campo, a diretoria da Ponte Preta precisa se virar com os problemas fora das quatro linhas. Nesta terça-feira, os volantes Naldo e Jean Patrick entraram na Justiça do Trabalho contra o clube de Campinas (SP) alegando salários atrasados.

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Os dois fizeram parte do elenco rebaixado para a Série B do Campeonato Brasileiro em 2017. Hoje no Novorizontino, Jean Patrick cobra cerca de R$ 450 mil referentes a três meses de salários atrasados e direitos de imagem, além de férias, 13.º e FGTS. Já Naldo, no Ceará, está pedindo R$ 380 mil por dois meses de salários atrasados, três de direitos de imagem, férias, 13.º e FGTS.

Antes deles, o zagueiro Fábio Ferreira e os laterais João Lucas e Fernandinho acionaram a Ponte Preta na Justiça. Quem também pode ter o mesmo futuro é Aranha. Fora dos planos da comissão técnica, o goleiro tem quatro meses de salários atrasados e a diretoria vem tentando entrar em um acordo para rescindir o vínculo - vai até o final de 2019 - de forma amigável.

Por conta destes problemas, o ex-presidente Vanderlei Pereira e o diretor financeiro Gustavo Valio foram chamados pelo presidente do Conselho Deliberativo, Tagino Alves dos Santos, para prestarem esclarecimentos sobre a situação dos salários atrasados. A reunião aconteceu nesta terça-feira no estádio Moisés Lucarelli sob clima tenso, devido à presença de um grupo de torcedores do lado de fora.

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