E a tietagem reapareceu em Miami

A estadia em Miami fez a Seleção Brasileira voltar a ter contato com torcedores e tietes. Se no México os treinos no campo do América eram tranqüilos, em Miami os jogadores estão sempre sendo seguidos por torcedores, no hotel ou no campo da Barry University. A universidade tem muitos estudantes brasileiros. Entre as jogadoras do time feminino de vôlei da Barry, estão cinco brasileiras. Nas equipes de futebol, muitos outros. O mais assediado é Robinho. No treino de hoje, muitos torcedores levaram camisas do Santos para que ele autografasse. "É muito bom ver esses torcedores. Ainda mais porque tem bastante mulher. Tomara que amanhã os brasileiros consigam dividir o estádio com os americanos e a gente possa dar uma alegria para eles", disse. O otimismo sobre o número de torcedores que apoiarão a seleção não é exagerado. Muitos brasileiros vivem na região de Miami e o público latino, grande maioria na cidade, também deve torcer para o Brasil. "É uma força a mais para o jogo de amanhã. Contra o México, só tinha gente torcendo contra. Contra Honduras, o estádio estava vazio. No jogo contra a Colômbia, já tinha bastante brasileiro", diz Diego.

Agencia Estado,

22 de julho de 2003 | 20h14

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