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Eduardo Baptista se diz adaptado à nova realidade da Ponte Preta

Orçamento do futebol que era de R$ 40 milhões, deve cair para algo em torno de R$ 14 milhões

Estadão Conteúdo

05 Janeiro 2018 | 20h42

O técnico Eduardo Baptista já parece totalmente engajado na nova realidade econômica da Ponte Preta, que vai ter seus recursos no futebol reduzidos drasticamente em 2018 por causa da queda para a Série B do Campeonato Brasileiro. O orçamento do futebol que era de R$ 40 milhões, deve cair para algo em torno de R$ 14 milhões. Mesmo assim, o técnico se diz satisfeito pelos reforços recebidos até o momento.

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O técnico disse que aprova o elenco que tem em mãos. "É um momento difícil na parte financeira. Esse ano nós temos pouca bala, mas conseguimos dar o tiro nos alvos certos. Lógico que a qualidade técnica é importante, mas buscamos principalmente jogadores com caráter, com muita vontade. Estou bem contente, temos jogadores promissores e estamos tentando mesclar essa experiência com juventude", comentou Eduardo Baptista em sua primeira coletiva nesta temporada.

Até agora, a diretoria confirmou as chegadas do goleiro Vinícius Silvestre, dos zagueiros Renan Fonseca e Wesley Matos, dos volantes Ronaldo e Marciel, além do meia Tiago Real e do atacante Silvinho.

Questionado sobre a falta de jogadores renomados, Eduardo Baptista destacou que "nome não ganha jogo" e, sem citar nomes, utilizou o exemplo do ano passado, quando a Ponte contratou Rodrigo, Fernando Bob, Renato Cajá e Emerson Sheik, mas acabou sendo rebaixada no Brasileirão.

"Temos exemplos do ano passado de que nome não ganha jogo. Procuramos trazer jogadores que se assemelham as características da Ponte, que tem raça, vontade. Vejo brilho nos olhos deles, assim como dos garotos que estão aqui", finalizou o treinador.

Integrante do Grupo B do Campeonato Paulista ao lado de Santo André, São Caetano e São Paulo, a Ponte Preta estreia em 17 de janeiro contra o Corinthians, no Pacaembu.

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