Eduardo Júnior faz irmã virar a ‘casaca’ e torcer pelo Palmeiras

Meia apareceu no União Barbarense, mas ainda na base mudou de clube e conta com o apoio da família para brilhar no time alviverde

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

01 Setembro 2014 | 06h30

Eduardo Júnior fez toda sua carreira como Juninho, mas ao ser promovido para o time principal do Palmeiras, teve que mudar de nome já que o lateral-esquerdo chegou primeiro. Apesar do “novo nome”, a vontade em fazer sucesso é a mesma e sobra até para a família, que passou a torcer para onde o garoto está jogando.

“Minha família é meio misturada em relação a torcida. Tenho uma irmã que é corintiana, mas ela está aprendendo a torcer para o Palmeiras. Quando tem Corinthians e Palmeiras, ela só torce para o Palmeiras”, garante o meia, que chegou do União Barbarense.

O meia estreou no time principal contra o Santos, em jogo que marcou a estreia do técnico Ricardo Gareca. Ao contrário do habitual, ele garante que não ficou tão ansioso. "Eu entrei bem mais tranquilo, porque para mim era o primeiro jogo como profissional. Não puxamos tanto a responsabilidade, já que somos jovens e estamos entrando no time agora, mas é claro que vestimos a camisa e corremos juntos para tentar ajudar", explicou.

Quando atuava em Santa Bárbara D'Oeste, Juninho, como ainda é chamado pelos companheiros, passou por dificuldades para conseguir realizar seu sonho. "Muitas vezes eu não tinha dinheiro para voltar para casa, então ficava uns dois ou três meses sem ver a minha família", lembra.

E entre esses jogos pelo União Barbarense, muitas vezes Eduardo teve como adversário um de seus melhores amigos do elenco. O atacante Érik o enfrentou diversas vezes em diferentes equipes de Piracicaba. “Ele era o meu freguês. Cansamos de bater no time dele”, brinca o atacante. Eduardo não deixa por menos. "Nós goleamos o time dele em um amistoso. Isso ele não fala. Foi 4 a 1", lembra o garoto, fazendo os dois caírem na gargalhada.

Eduardo Júnior ainda entrega o amigo. "Ele se achava o Drogba, tinha trança e tudo. Era uma marra só", brinca. 

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