Egípcios vítimas de furto contrataram prostitutas, dizem jornais

Jogadores negam problema e valor que teria sumido - R$ 4,6 mil -, na verdade, teria sido utilizado para pagá-las

EFE

21 de junho de 2009 | 09h41

PRETÓRIA - Os cinco integrantes da seleção egípcia de futebol que disseram ter sido roubados em 1,7 mil euros (R$ 4,6 mil) um dia após a vitória sobre a Itália na Copa das Confederações contrataram o serviço de prostitutas, informa neste domingo a imprensa sul-africana.

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Os jornais locais são unânimes ao afirmar que os jogadores não sofreram nenhum tipo de violência no episódio. Mas enquanto alguns dizem que as mulheres poderiam estar por trás do furto, outros alegam que a quantia supostamente levada foi usada para pagá-las.

O caso aconteceu em Johanesburgo, na madrugada de quinta para sexta-feira. Segundo a seção "Hot News" ("Notícias Quentes") do jornal Sunday World, os jogadores, que não tiveram seus nomes revelados, "contrataram prostitutas" para comemorar a histórica vitória do Egito sobre a Itália por 1 a 0.

Já o Sunday Independent informa que a Polícia não encontrou sinais de força ou violência nos quartos. Esta circunstância, de acordo com a publicação, reforçaria a hipótese de que os egípcios contrataram um grupo de prostitutas e acabaram roubados.

Também ao Sunday Independent, o porta-voz do comitê local da Fifa, Rich Mkhondo, afirmou que os organizadores da Copa das Confederações velam "seriamente" pela segurança dos jogadores e dos torcedores.

Os dois jornais que publicaram reportagens sobre o assunto disseram que o chefe de imprensa da delegação egípcia no torneio, Inas Mazhar, se recusou a comentar o caso.

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