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Eleição do Guarani é suspensa e Horley Senna segue no cargo

Senna terá que ficar no cargo por mais 30 dias

Estadao Conteudo

14 de março de 2017 | 19h51

O dia 15 de março de 2017 tinha tudo para ser o último dia do presidente Horley Senna no comando do Guarani. O mandatário estava passando o bastão para Palmeron Mendes Filho até que o juiz da 10.ª Vara Cível de Campinas, Maurício Simões Botelho, suspendeu a eleição que aconteceria na manhã desta quarta-feira no Estádio Brinco de Ouro da Princesa.

Com isso, Horley Senna terá que ficar no cargo por mais 30 dias até que os pedidos da oposição sejam julgados, conforme a decisão do juiz, por uma assembleia geral de sócios. A comissão eleitoral terá ainda que apresentar sua defesa até 15 dias, com risco de multa diária de R$ 10 mil, caso não cumpra as novas determinações.

A briga interna da diretoria começou quando a Chapa Transparência entrou na Justiça Comum para tentar validar as novas cartas de apoio, necessárias para se candidatar à eleição, já que uma brecha para essa análise teria sido aberta após uma troca de um integrante da Chapa Integração da situação.

A comissão indeferiu a candidatura da Chapa Transparência, pois a mesma não garantiu as 80 cartas de apoio necessárias para competir nas eleições. Com a decisão da Justiça, o grupo da situação promete impugnar a candidatura de Odair Paes Júnior, além de derrubar a liminar para fazer com que a eleição ocorra normalmente.

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