Eleição no Palmeiras segue indefinida

A apresentação das chapas de candidatura à presidência do Palmeiras tem de ser feita até depois de quarta-feira, mas nem situação, nem oposição tem candidato definido e o futuro do clube é nebuloso. Existe até a possibilidade, ainda que remota, de um candidato único unir situação e oposição no dia 9 de janeiro, data da eleição.No grupo da situação, parte dos conselheiros fez manifesto a favor de que o atual presidente, Mustafá Contursi, concorra mais uma vez à reeleição. O dirigente, no entanto, tem mantido sua posição de se afastar do clube depois de mais de uma década no comando. Caso Mustafá não lance candidatura, um dos nomes mais prováveis é o do 2º vice-presidente do clube, José Cirilo Júnior.Na oposição, a chapa Muda Palmeiras também está indefinida. Segundo Serafim del Grande, o grupo já tem uma plataforma de gestão acertada independentemente do candidato, que pode ser o próprio Del Grande, Gilberto Cipullo ou Luiz Gonzaga Belluzzo.Propostas - Ao falar dos fundamentos da proposta que será apresentada aos eleitores, explicou: "Em primeiro lugar já temos encaminhada uma parceria com uma grande empresa. Em segundo, queremos oferecer maior abertura ao associado e maior participação dos conselheiros na administração. Outra proposta é de que o clube volte a ter equipes competindo em outras atividades esportivas como vôlei e basquete."Há ainda a possibilidade de consenso. Isso acontecerá se Carlos Facchina Nunes diminuir a resistência e aceitar ser candidato. O nome agrada à situação, pois não seria uma ruptura total com o status quo, e também à oposição, que vê na candidatura do ex-presidente palmeirense a possibilidade de mudanças no quadro administrativo do clube.

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