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Elias deixa amizade de lado e dá dicas sobre Guerrero aos zagueiros

Meia conhece o atacante peruano de longa data no Corinthians

ALMIR LEITE E GONÇALO JÚNIOR, Estadão Conteúdo

13 de junho de 2015 | 18h05

O volante Elias foi companheiro do atacante Paolo Guerrero no Corinthians até recentemente. Neste domingo, eles se encontrarão em lados opostos no estádio Germán Becker. O brasileiro respeita o peruano. Mas segue a linha de que, em campo, cada um defenderá o seu lado. Ou seja, a amizade fica para depois da estreia das duas seleções na Copa América.

"Formamos um bom grupo no Corinthians, desejo sorte a ele nessa nova caminhada. Ele vai defender a seleção dele e eu a minha", disse Elias, neste sábado, em Temuco, antes do treino da seleção brasileira.

Ele elogiou bastante o artilheiro, e disse que deu o "serviço" sobre o jeito de jogador de Guerreiro aos zagueiros da seleção. "O Guerrero corre os 90 minutos, é um jogador forte e vai dar trabalho. Ele briga por todas as bolas, sabe fazer aquele pivô no alto. Quem acompanha o futebol brasileiro sabe o talento dele."

O jogador admitiu que existe uma certa ansiedade pela estreia da seleção. Mas, ao mesmo tempo, há confiança. "A gente está com expectativa muito grande para iniciar bem a competição. A gente está pronto para esse primeiro desafio, para fazer um grande jogo."

A baixa temperatura de Temuco (a expectativa é de que de 5ºC no momento do jogo) e a poluição de Temuco não assustam o jogador do Corinthians. "A maioria dos jogadores estão na Europa, passam o ano inteiro no frio e eu estou em São Paulo, já bastante frio lá. Já estamos acostumados." Sobre a poluição, até brincou: "Eu moro em São Paulo, não existe cidade mais poluída."

Esta será a segunda Copa América de Elias. Em 2011, na Argentina, a seleção fracassou, caiu nas quartas de final, eliminado nos pênaltis pelo Paraguai. O volante garante que, agora, não só ele como todo o grupo está mais bem preparado para brigar pelo título. "Em 2011 era um novo ciclo de trabalho. Jogadores que ainda não tinham atuado pela seleção. Hoje é diferente. Tenho quase 30 anos, estou mais experiente. A gente amadureceu bastante de lá para cá."

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