Andrés Cristaldo/EFE
Andrés Cristaldo/EFE

Eliminação na Libertadores complica renovação de Guerrero

Contrato do peruano termina dia 15 julho; atacante pede alto

Vítor Marques, O Estado de S. Paulo

08 de maio de 2015 | 07h00

Uma possível eliminação na Copa Libertadores complicaria ainda mais a já difícil renovação de contrato de Paolo Guerrero com o Coirnthians. O atacante pede alto e a diretoria não está tão disposta a ceder se o time cair diante do Guaraní, quarta-feira, no jogo decisivo das oitavas de final em Itaquera.

Em um cenário de crise financeira, manter Guerrero no elenco se tornaria caro demais para disputar 'só' o Campeonato Brasileiro. Esta é a visão dos dirigentes, apesar do forte apelo que o peruano tem entre os torcedores. A ideia é postergar ao máximo a renovação do peruano.

Primeiro porque a diretoria não tem dinheiro, mesmo que quisesse, para propor um novo contrato neste momento. Se o Corinthians conseguir se classificar às quartas de final (precisa fazer 3 a 0 no Guaraní), o clube vai esperar o desfecho da nova fase do mata-mata.

O contrato do atacante termina dia 15 de julho, data do primeiro jogo da semifinal da Libertadores - o torneio parará por causa da Copa da América. Nesse cenário, se o Corinthians disputar a semifinal, a diretoria tentaria uma renovação ou pelo menos uma ampliação do contrato por mais um mês.

O grande entrave do 'caso Guerrero' é o pagamento das luvas, um bônus pago pela renovação de contrato. O peruano chegou a pedir R$ 21 milhões (US$ 7 milhões), valor que a diretoria jamais cogitou pagar. O jogador já abaixou o valor, mas ainda assim está fora dos padrões brasileiros, segundo dirigentes.

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