Eliminado da Copa, Ayovi vê bom futuro para Equador

Um dos mais experientes jogadores da seleção do Equador, o meia Walter Ayovi, de 34 anos, lamentou a eliminação ainda na primeira fase da Copa do Mundo do Brasil. Para ele, a derrota de virada para a Suíça na primeira rodada do Grupo E por 2 a 1, com o gol da vitória do time europeu marcado aos 47 minutos do segundo tempo, foi determinante para que os equatorianos não alcançasse as oitavas de final, igualando o feito de 2006, melhor campanha de sua história. Apesar disso, se mostra otimista com o futuro da seleção.

AE, Agência Estado

27 de junho de 2014 | 15h36

Ayovi falou sobre alguns arrependimentos que leva da campanha de sua equipe no Brasil. "Se nós tivéssemos tido um pouco mais de energia no primeiro jogo, talvez as coisas saíssem diferentes. Mas também não nos defendemos muito bem durante a competição. Em uma Copa do Mundo, as partidas são muito iguais e qualquer erro é punido. Nós tivemos um vacilo contra a Suíça e pagamos contra a França", analisou.

Mas o fato de sua equipe ter mantido o empate por 0 a 0 contra a França mesmo com um jogador a menos - Antonio Valencia foi expulso aos três minutos do segundo tempo - deixou o veterano otimista. "Ser capaz de enfrentar de igual para igual a França, que é um time muito forte, mostra que o Equador tem o potencial de continuar se desenvolvendo. Nós temos jogadores com muita qualidade que devem acreditar neles mesmos e no que são capazes", afirmou Ayovi. "Minha cabeça está tranquila quanto ao futuro da equipe."

Convocado para a seleção desde 2001, Ayovi disse ter ficado muito feliz por ter completado contra a França sua 93ª partida pelo Equador tendo como o palco o Maracanã - foi contra a França, na última quarta-feira. "Como todo mundo, eu queria chegar à fase eliminatória, mas isso não me tira a felicidade com tudo que alcançamos até aqui", disse.

O veterano afirmou não saber se esta foi sua última partida com a camisa do Equador, mas dá sinais de que deve se aposentar da seleção. "Eu preciso voltar a pensar no meu clube e depois disso verei o que acontece. Vou falar com o treinador para ver se eu ainda posso ajudar", revelou o jogador do Pachuca, do México.

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