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Ernesto Rodrigues/AE
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Em 2011, Corinthians praticamente repete o time da Libertadores 2010

Sem muita badalação, equipe estreia na noite desta quarta contra o Tolima no Pacaembu

estadão.com.br

26 de janeiro de 2011 | 13h31

SÃO PAULO - A conquista da Copa Libertadores é um velho sonho do Corinthians, afinal, é o único título importante que o clube jamais conquistou. Por isso, normalmente, a equipe costuma se reforçar muito para disputar a competição. No entanto, em 2011 a situação é diferente. O clube não se reforçou e entra em campo na noite desta quarta-feira, às 22 horas, contra o Tolima (Colômbia), com praticamente o mesmo time que no ano passado caiu nas oitavas de final diante do Flamengo.

De 2010, saíram apenas o goleiro Felipe, o zagueiro William e o volante Elias, substituídos por Júlio César, Leandro Castán e Ralf, respectivamente. E alguns corintianos acreditam que a falta da tradicional badalação pode até ajudar a equipe no torneio.

"Quando se passa por uma experiência, você sente. O grupo passou, sentiu, e vai entrar mais consciente", declarou o técnico Tite, se referindo à decepção do Corinthians em 2010, quando perdeu a Libertadores em pleno ano do centenário. Na ocasião, o treinador ainda era Mano Menezes, hoje na seleção brasileira.

Diferente. Em todas as outras Libertadores que disputou, o Corinthians entrou diretamente na fase de grupos. Dessa vez, terá que passar pelo Tolima em confronto eliminatório (o jogo de volta acontece na semana que vem na Colômbia) e terá que superar o adversário para ingressar na chave 7.

"O bom é passar e já estar no espírito da competição. Se ganharmos, estaremos mais no clima do que os outros", disse o confiante Júlio César.

Especial. Para os veteranos do grupo corintiano, a Libertadores tem um ingrediente ainda mais saboroso. Ronaldo tem a última chance de levantar o troféu continental na carreira (deve parar no fim do ano), e Roberto Carlos, aos 37 anos e com vasto currículo de títulos tanto na Europa como na América do Sul, busca uma das poucas conquistas que para ele seria inédita.

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