Reprodução/Vasco
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Em alta no Vasco, Raul exalta 'boa relação' com Valdir Bigode, rival pela 1ª vez

Volante elogia ex-técnico interino, que comanda a Cabofriense na Taça Rio

Redação, Estadão Conteúdo

16 de março de 2019 | 14h26

Provável titular do Vasco na partida deste domingo contra a Cabofriense, às 16 horas, em Cariacica (ES), em duelo da quarta rodada da Taça Rio, o segundo turno do Campeonato Carioca, o volante Raul falou sobre a relação com Valdir Bigode, ex-auxiliar técnico do time cruzmaltino e agora no comando da equipe adversária.

O ex-centroavante deixou o Vasco há quase três meses e enfrentará o ex-clube pela primeira vez. "Eu tinha uma relação muito boa com o Valdir, tenho um enorme respeito por ele, mas estaremos em lados diferentes. Vou dar o melhor para ajudar nosso time a vencer", afirmou o volante.

A comissão técnica aproveitou o treinamento deste sábado, o último antes da partida, para fazer observações na equipe titular. A tendência é que o Vasco entre em campo para enfrentar a Cabofriense com uma formação diferente da que derrotou o Avaí na Copa do Brasil. O centroavante argentino Maxi López, por exemplo, está suspenso e não poderá ser utilizado no duelo em solo capixaba e que deve ter bom público.

"Eu só joguei no Espírito Santo um vez, justamente nessa partida contra o Serra e foi um experiência incrível. A torcida do Vasco é gigante em todos os lugares e nos apoiou bastante nesse jogo. Acreditamos que dessa vez não será diferente. Vamos procurar fazer um bom jogo para conquistar o resultado positivo e dar bastante alegria para os torcedores que irão comparecer para nos incentivar", disse.

Contratado junto ao Ceará durante a temporada passada, Raul conquistou a confiança do técnico Alberto Valentim e se tornou uma peça importante no esquema tático escolhido pelo mesmo para esse início de ano. Ele é um dos responsáveis pelo bom rendimento defensivo que tem ajudado o time cruzmaltino a se manter invicto em 2019.

"Eu procuro dar sempre o meu melhor. Venho fazendo a parte mais defensiva, e o professor me pede para marcar bastante, encurtar os espaços do adversário. Ele também me dá liberdade para subir e trabalhar a bola com qualidade lá na frente".

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