Gilvan de Souza/Flamengo
Gilvan de Souza/Flamengo

Em Brasília, Flamengo enfrenta o Nova Iguaçu pela primeira vez com força máxima

Na liderança com 10 pontos, equipe rubro-negra defende a invencibilidade na temporada.

Estadão Conteúdo

04 de fevereiro de 2018 | 08h06

Já classificado para as semifinais da Taça Guanabara - o primeiro turno do Campeonato Carioca -, o Flamengo vai ter pela primeira vez na temporada de 2018 o que tem de melhor em campo neste domingo, quando enfrenta o Nova Iguaçu, às 17 horas, no estádio Mané Garrincha, em Brasília, pela quinta e última rodada.

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Mesmo tendo chances de classificação - é o terceiro colocado do Grupo B, com os mesmos cinco pontos do vice-líder Bangu -, o Nova Iguaçu optou por vender o mando de campo por conta da questão financeira. Na liderança com 10 pontos, o Flamengo defende a invencibilidade na temporada.

A delegação rubro-negra viajou para Brasília neste sábado e o técnico Paulo César Carpegiani ainda não divulgou qual será a escalação que vai começar jogando, mas o zagueiro Rhodolfo entregou que o treinador deve mandar a campo o que tem de melhor pela primeira vez em 2018.

"A bola infelizmente não entrou no jogo do Vasco. Mas o time está mudando muito. O principal mesmo ainda não estreou. Deve jogar no fim de semana", comentou o defensor rubro-negro.

Na última quarta-feira, Paulo César Carpegiani observou os principais jogadores no jogo-treino contra o Bonsucesso. O goleiro Diego Alves, o volante Willian Arão e o atacante colombiano Berrío estão vetados pelo departamento médico, enquanto que o peruano Guerrero está suspenso por doping até maio. Por outro lado, Julio Cesar teve a sua documentação regularizada e pode reestrear pelo Flamengo.

Ainda com chances de classificação para as semifinais, o Nova Iguaçu tem como principal obstáculo esquecer a eliminação da última quarta-feira, na Copa do Brasil, para o Bragantino. O time vencia por 1 a 0 até os 37 minutos do segundo tempo, quando Juliano deixou tudo igual. O empate garantiu os paulistas na segunda fase.

"O trabalho psicológico aqui já é feito há dois anos e pouco. Essa é a vantagem. Os jogadores já me conhecem. Eu até brinco com eles: embora a gente leia muito, para não ser repetitivo, sempre tem que arranjar um discurso novo", disse o técnico Edson Souza.

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