Daniel Augusto Jr./Agência Corinthians
Daniel Augusto Jr./Agência Corinthians

Em busca de reformulação, Mário Gobbi vai atrás de 'bons e baratos'

Presidente do Corinthians diz que futebol é feito de ciclos e time voltou à 'estaca zero'

Vítor Marques, O Estado de S. Paulo

07 de fevereiro de 2014 | 04h33

SÃO PAULO - O Corinthians passará por uma reformulação profunda de elenco e terá de repetir a estratégia que deu certo em 2008, a do "bom e barato". Segundo o presidente Mário Gobbi, o clube precisa contratar novos "Ralfs, Paulinhos, Elias e Andrés Santos" - jogadores então desconhecidos e que ganhavam à época R$ 40 mil por mês, nas palavras do dirigente.

"Montar um time com milhões é fácil, mas o futebol tem de ser pensando financeiramente. Esta é a nova era, esta é a nova fase do Corinthians", disse Gobbi, que gastou, em 2013, R$ 60 milhões em apenas três jogadores: Gil, Renato Augusto e Pato. "Quero fazer um apelo ao torcedor que ama o clube: que ele entenda o momento novo que estamos passando. Não vamos ter resultados a curto prazo, vamos trazer vários jogadores novos, como fizemos em 2008."

Gobbi disse que o Corinthians está na "estaca zero" e que ninguém mais pode analisar a equipe com o olhar do time que ganhou tudo. "O futebol é feito de ciclos. Nos últimos seis meses não jogamos aquilo que gostaríamos e achávamos que a queda de produção era momentânea, mas neste momento entendemos que não é."

O Corinthians já negociou Ibson, Douglas e Pato. Os próximos a sair deverão ser Emerson Sheik e Danilo. De acordo com Gobbi, Mano não será cobrado por resultados imediatos, apesar das quatro derrotas seguidas no Paulistão.

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