Oli Scarff/ AFP
Oli Scarff/ AFP

Em carta emocionante, Rashford, do United, pede atenção contra a fome infantil

Jogador de 22 anos conseguiu arrecadar US$ 20 milhões para aumentar a distribuição de alimentos para a instituição de caridade Fareshare

Redação, Estadão Conteúdo

15 de junho de 2020 | 16h37

Após conseguir arrecadar US$ 20 milhões (cerca de R$ 100,3 milhões) para aumentar a distribuição de alimentos para a instituição de caridade Fareshare, Marcus Rashford, atacante do Manchester United, escreveu carta aberta ao parlamento britânico, na qual pede ao governo que lute contra a fome infantil no país.

O jogador, de 22 anos, também sugere que os políticos reconsiderem a decisão de não manter o atual plano de vale-alimentação para as férias de verão, criado para garantir comida gratuita nas refeições escolares às crianças de famílias carentes durante a pandemia do coronavírus.

"Isso não é sobre política. Isso é sobre humanidade. Olhando a nós mesmos no espelho e sentindo que fizemos tudo o que pudemos para proteger aqueles que não podem, por qualquer razão ou circunstância, se protegerem. Filiações políticas à parte, não podemos todos concordar que nenhuma criança deveria ir dormir com fome? O governo adotou uma abordagem do que for necessário para a economia - hoje estou pedindo a vocês que estendam esse mesmo pensamento para proteger todas as crianças vulneráveis em toda a Inglaterra", escreveu Rashford, em sua longa e emocionante carta.

O jogador estará em campo na sexta-feira para defender o Manchester United, em Londres, diante do Tottenham, em jogo válido pela 30.ª rodada do Campeonato Inglês, a primeira depois da pandemia.

 

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