Arquivo/AE
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Em casa, Brasil defende hegemonia no Sul-Americano feminino

Seleção estreia em Porto Alegre nesta quarta (19h30), contra o Paraguai; final do torneio continental é domingo

EFE,

29 de setembro de 2009 | 15h12

SÃO PAULO - O Brasil começa a partir desta quarta-feira a defesa de sua hegemonia no vôlei feminino na 28.ª edição do Campeonato Sul-Americano, que será disputado em Porto Alegre. A estreia é contra o Paraguai, às 19h30.

Dois anos depois de vencer o Sul-Americano do Chile, as brasileiras têm nas peruanas suas principais adversárias neste ano, mas as duas seleções só se enfrentarão nas semifinais ou na final, já que estão em grupos diferentes.

O Brasil está no Grupo A ao lado de Argentina, Paraguai e Uruguai, enquanto o Peru forma o Grupo B junto com Colômbia, Chile e Venezuela.

As semifinais serão disputadas no sábado pelas duas equipes mais bem classificadas em cada grupo após as três rodadas da fase inicial, programadas para entre quarta e sexta-feira no ginásio Tesourinha, na capital gaúcha.

O país vencedor da final, prevista para o domingo, ganha o direito de disputar a Copa dos Campeões, que neste ano será disputada no Japão em novembro.

O Brasil não perde um Sul-Americano desde 1995 e tentará conquistar seu 16.º título em 28 campeonatos sul-americanos disputados, contra 12 das peruanas.

Neste ano, as brasileiras já venceram o Grand Prix, o Torneio de Montreux, o Final Four, a Copa Pan-americana e Torneio Classificatório para o Mundial de 2010.

"Queremos garantir a vaga para a Copa dos Campeões, que será importante para que as jogadoras da nova geração da seleção possam enfrentar as melhores seleções do mundo, mas não nos consideramos de antemão os favoritos. O favoritismo se vê em quadra", afirma o técnico brasileiro, José Roberto Guimarães.

O treinador reconhece que as principais adversárias do Brasil serão novamente as peruanas, mas não descarta um jogo muito difícil contra as argentinas. "Essas duas seleções nunca facilitam nada para o Brasil e já nos ganharam sets", afirmou.

"Independente de o campeonato ter ou não o glamour de uma Olimpíada, queremos sempre fazer bonito para conquistarmos mais uma vitória. E neste Sul-Americano principalmente, por estarmos jogando no Brasil, com o apoio da torcida", afirmou a campeã olímpica Mari.

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