Montagem: Lucas Merçon/Fluminense FC e Gilvan de Souza/Flamengo
Montagem: Lucas Merçon/Fluminense FC e Gilvan de Souza/Flamengo

Em Cuiabá, Fluminense e Flamengo disputam o primeiro clássico da Taça Rio

Arena Pantanal recebe duelo de atenções opostas no Carioca com rubro-negro reserva e tricolor com força máxima

Marcio Dolzan, O Estado de S.Paulo

24 de fevereiro de 2018 | 08h34

Longe do Rio de Janeiro e diante de um Flamengo focado na Copa Libertadores, o Fluminense recebe neste sábado, às 17 horas (de Brasília), o tradicional rival na Arena Pantanal, em Cuiabá, no Mato Grosso, para o primeiro clássico da Taça Rio - o segundo turno do Campeonato Carioca. Apesar do discurso, os dois times encaram o Fla-Flu de maneiras distintas: enquanto o técnico Abel Braga decidiu fechar o último treino do clube tricolor, Paulo César Carpegiani optou por mandar uma equipe praticamente reserva para o clássico.

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O foco rubro-negro é na estreia diante do River Plate, na próxima quarta-feira, pela Libertadores. Tanto que a equipe será formada basicamente por reservas. A zaga, por exemplo, terá os jovens Thuler e Leo Duarte.

Apesar disso, o Flamengo insiste que o time só pensa no duelo contra o Fluminense. "É normal que se crie esse ambiente de Libertadores por estar próximo, mas temos o clássico antes", disse o goleiro Diego Alves. "Estamos concentrados, queremos seguir crescendo. Alguns jogadores que não tiveram muita oportunidade vão ajustar a forma física e só depois vamos falar de Libertadores".

O Fluminense, por sua vez, está levando o clássico muito a sério. A última atividade do time antes do jogo aconteceu com portões fechados e ninguém quis confirmar a equipe que irá a campo neste sábado. "Para saber, tem de falar com o Abel. Eu já sei o time, mas não posso falar", desconversou o atacante Marcos Júnior.

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O jogador, ao menos, é presença certa na partida. Ele é o artilheiro do time no Campeonato Carioca com três gols. "É motivante. Sempre que enfrento eles, me dá uma adrenalina maior. Espero que a gente possa ganhar, diferente do que aconteceu no ano passado", disse o atacante, que ainda reclamou do fato de a partida ser disputa em outro Estado. "Fla-Flu é no Rio. Não conheço Cuiabá, mas, se os clubes vão ganhar dinheiro, vamos lá jogar".

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