Paulo Fernandes/Vasco.com.br
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Em Engenhão vazio, Vasco quer manter embalo para ganhar do Santos pelo Brasileiro

Equipe cruzmaltina não poderá jogar em São Januário após briga na torcida durante o clássico contra o Flamengo

Marcio Dolzan, O Estado de S.Paulo

16 de julho de 2017 | 06h46

Vindo de sua primeira vitória fora de casa e próximo do G6, o Vasco recebe o Santos neste domingo, às 16 horas, tentando embalar no Campeonato Brasileiro, em sua 14.ª rodada. Mas para isso terá que superar a ausência de dois titulares e de seu torcedor: com o estádio de São Januário interditado, o time jogará no Engenhão, no Rio, com portões fechados. De quebra, o técnico Milton Mendes cumpres suspensão imposta pelo STJD e também não poderá ficar à beira do gramado.

O acúmulo de problemas é lamentado pelo lateral-esquerdo Ramon, que completará 100 jogos pelo Vasco. "É triste não poder jogar em São Januário, nossa torcida faz diferença. É o momento que mais precisamos da força deles, estamos brigando pelo G6. É nosso estádio, a nossa torcida", comentou.

O time não contará mais uma vez com o atacante Luís Fabiano e com o zagueiro Breno, que se recuperam de lesões. O volante Bruno Paulista, por outro lado, está de volta, assim como o zagueiro Paulão e o meia Nenê, que cumpriram suspensão na partida da última quarta-feira diante do Vitória.

Com os desfalques e sem o apoio da torcida, o Vasco quer atenção redobrada contra o Santos. "Temos que mentalmente ser muito fortes num jogo desses. É do ser humano relaxar quando não tem pressão. Então, para jogar num estádio vazio você precisa estar mentalmente forte", disse Ramon.

O lateral-esquerdo também elogiou o adversário. "O Santos é uma equipe rápida, com jogadores de qualidade, como o Bruno Henrique, o Kayke, o Lucas Lima. Eles possuem uma defesa boa e um goleiro que vive uma fase excepcional. Temos que nos preparar bem para enfrentar uma grande equipe e jogar sem o apoio da torcida", projetou Ramon.

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