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'Em estado de choque', presidente interino da Fifa lamenta ataques

Camaronês Issa Hayatou presta solidariedade ao povo francês

Estadão Conteúdo

14 de novembro de 2015 | 13h29

A Fifa divulgou um comunicado neste sábado para lamentar, por meio de seu presidente interino, Issa Hayatou, os ataques terroristas que causaram mais de 120 mortes em Paris na última sexta-feira, dia em que a capital francesa abrigou o amistoso entre França e Alemanha, no Stade de France.

O dirigente camaronês, que nesta semana recebeu o transplante de um rim, enviou uma carta ao presidente da Federação Francesa de Futebol, Noël Le Graët, expressando solidariedade após a tragédia, sendo que na última sexta ocorreram ataques nos arredores do Stade de France, onde explosões puderam ser ouvidas pelos jogadores das duas seleções que estavam em campo.

"É com intensa emoção que escrevo hoje. Obviamente estou em estado de choque pelos ataques terroristas de ontem em Paris e no Stade de France, no marco da partida entre França e Alemanha", escreveu Hayatou, que depois completou: "Quero expressar a solidariedade da comunidade do futebol internacional, especialmente aos membros da Federação Francesa de Futebol, à seleção francesa e a todos os torcedores e todas as pessoas que estiveram presentes à noite no Stade de France. Ofereço às famílias das vítimas os meus mais sentidos pêsames".

O presidente interino da Fifa ainda enviou uma carta à Federação Alemã de Futebol (DFB, na sigla em alemão) para expressar seu apoio à seleção do país, que também acabou sendo afetada pelos acontecimentos trágicos ocorridos em Paris. Por causa dos ataques terroristas, os jogadores do time nacional precisaram ficar no Stade de France por muitas horas após a partida, por questões de segurança, e apenas neste sábado puderam desembarcar em Frankfurt.

A Fifa se manifestou por meio de seu presidente interino pelo fato de que Joseph Blatter, que deixará o cargo na eleição presidencial de fevereiro, está suspenso por 90 dias pelo Comitê de Ética da entidade em razão de um pagamento suspeito feito a Michel Platini, presidente da Uefa que também recebeu a mesma pena pelo seu envolvimento na questão.

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