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Werther Santana/Estadão
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Em Itaquera, Tite é ovacionado e ganha status de ídolo após nova vitória da seleção

'Olê, olê, olê, Tite, Tite' gritou o público que lotou a Arena Corinthians na vitória por 3 a 0 sobre o Paraguai

Leandro Silveira, O Estado de S.Paulo

29 de março de 2017 | 00h04

O público que encheu Arena Corinthians parecia ter dois motivos para fazê-lo: torcer para o Brasil e exaltar o técnico Tite. Era um gesto de gratidão ao treinador que conduziu o Corinthians a alguns dos maiores momentos da sua história recente, mas que também o confirma como maior ídolo da seleção.

E não foram poucos os momentos em que Tite foi ovacionado. Seu nome foi o único cantado no anúncio da escalação das equipes minutos antes do início da partida, superando até mesmo os aplausos ao corintiano Fagner e a Neymar. E ele também foi cantado em verso quando a as equipes entraram em campo, como se fosse o craque. 

Concentrado, Tite evitou exibir emoção diante de tantos gestos de apoio, preocupado em orientar a equipe, que chegou a encontrar alguma dificuldade para abrir a defesa paraguaia, ao menos até o golaço marcado por Philippe Coutinho.

Mas nem as pinturas de Coutinho e Neymar conseguiram ofuscar Tite, tanto que a torcida aproveitava todos os momentos possíveis, como a ida do time ao intervalo, para entoar a trilha sonora da partida: “Olê, olê, olê, Tite, Tite”. Foi uma noite especial para o treinador, agora com 54 jogos, 42 triunfos, nove empates e três derrotas na Arena Corinthians. 

Mas essa última partida já confirma: ele não é só mais o treinador mais vitorioso do clube paulista. É o técnico que caiu de vez nas graças de todo torcedor brasileiro e recordista de vitórias consecutivas nas Eliminatórias – agora são oito. 

A torcida só desafinou nas cobranças de tiro de meta do goleiro Anthony Silva, com gritos homofóbicos, algo que já provocou punição à CBF, imposta pela Fifa. O sistema de som do estádio pediu “respeito aos adversários”. Sem sucesso. 

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