Carlos Gregório Jr. / vasco.com.br
Carlos Gregório Jr. / vasco.com.br

Em meio à briga política, Vasco quer união para afastar risco de queda

Equipe está em 16º lugar no Campeonato após empatar com o lanterna Paraná fora de casa

Estadão Conteúdo

02 Outubro 2018 | 08h34

A briga política no Vasco já afeta o rendimento do time no Brasileirão e pode prejudicar a equipe na briga para evitar o rebaixamento. Esta é a avaliação de parte da comissão técnica e dos jogadores do time carioca, no momento em que a equipe se aproxima da reta final da competição e está a apenas uma posição da zona da degola.

"Pela minha experiência lá fora, impossível que não afete o time. O time está bem, treinador fazendo coisas boas. Mas essa confusão não está ajudando o time", diz o atacante Maxi López. "Se quiser ficar na Série A, tem que ir para cima dos problemas. Vou ajudar, o time está com moral para ficar. Mas não ajuda, não é bom."

As discussões políticas no Vasco aumentaram na semana passada, quando a juíza Gloria Heloiza Lima da Silva anulou o resultado da eleição ocorrida em janeiro, quando Alexandre Campello saiu vencedor do pleito. Pela decisão, o clube terá que passar por nova eleição em dezembro.

A decisão judicial abalou ainda mais o clima político dentro do clube, a ponto de o técnico Alberto Valentim pedir união no time e também na torcida. "Quero fazer apelo para os vascaínos estarem do nosso lado. Vejo a oposição procurando tumultuar. Se somos vascaínos, temos que estar juntos agora. Vamos unir forças: nosso torcedor, diretoria. O presidente está se virando para deixar o Vasco cada dia melhor", afirma o treinador.

A preocupação se deve à irregularidade da equipe desde o retorno do Brasileirão após o recesso da Copa do Mundo. O time carioca é apenas o 16º colocado, com 30 pontos, após empatar por 1 a 1 com o Paraná, na noite de segunda-feira, em Curitiba. O time paranaense é apenas o lanterna da competição.

 
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