Em Salvador, Santos quer ganhar a primeira fora de casa

Com Elano de volta depois de desfalcar o time em dois jogos, o Santos vai tentar a primeira vitória como visitante, neste domingo, às 18 horas, contra o Bahia, no estádio de Pituaçu, em Salvador. Muricy Ramalho deixou para escalar a equipe pouco antes do jogo, mas confirmou a entrada de Bruno Rodrigo no lugar de Edu Dracena (suspenso por expulsão) e deve improvisar Arouca na lateral direita em substituição a Pará (também cumpre suspensão).

SANCHES FILHO, Agência Estado

21 de agosto de 2011 | 08h01

O treinador não considera tarefa fácil ganhar em Salvador. "O Bahia tem um bom time, está bem armado e poderia ter derrotado o Palmeiras (na última quinta-feira, no Canindé). Foi um jogo excelente. Com certeza é mais uma pedreira que teremos pela frente. O Campeonato Brasileiro é assim mesmo: não tem facilidade. O exemplo foi o que aconteceu com o Flamengo, que estava invicto e perdeu em casa de um adversário que está lá embaixo na classificação".

Com 15 pontos, em 15 jogos, e 22 atrás do líder do Corinthians - no início da 18.ª rodada -, o campeão da Copa Libertadores da América é o 17.º colocado, precisa da vitória para tentar sair da zona de rebaixamento e não comprometer a preparação para o Mundial de Clubes da Fifa, em dezembro, no Japão. Nos últimos sete jogos - desde o retorno de Neymar, Paulo Henrique Ganso e Elano da seleção brasileira que disputou a Copa América -, o Santos somou apenas quatro pontos. Ganhou do Ceará, no Pacaembu, e empatou com o Corinthians, na Vila Belmiro. E foi derrotado cinco vezes - Flamengo e Coritiba, na Vila Belmiro, e Atlético Paranaense, Vasco e Atlético Goianiense como visitante.

O Bahia é o 13.º, com 19 pontos, e empatou por 1 a 1 contra o Palmeiras. O seu técnico é Renê Simões, que disse que estavam criando um monstro ao presenciar Neymar dar um espetáculo de insubordinação e ofender Dorival Júnior com palavrões ao ser proibido de cobrar um pênalti na vitória santista por 4 a 2 contra o time que era dirigido por ele, o Atlético Goianiense, em setembro do ano passado.

Depois de conquistar com sobras o Campeonato Paulista e ganhar a Libertadores, o Santos não lembra o time com DNA ofensivo de Dorival Júnior e perdeu a competência defensiva que o caracterizou no primeiro semestre, após a chegada de Muricy. Tanto que nos últimos sete jogos sofreu 15 gols, com média de três por partida, e marcou apenas nove, média abaixo de 1,5 por jogo.

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