Mario Cruz / EFE
Mario Cruz / EFE

Em semifinal, atacante português se encontrará com técnico que lhe rendeu apelido

Pizzi, jogador do Benfica, era comparado por seus amigos a Juan Antonio Pizzi na infância

Estadão Conteúdo

27 de junho de 2017 | 11h38

Quando Chile e Portugal se enfrentarem nesta quarta-feira em uma das semifinais da Copa das Confederações, haverá um peculiar "duelo" nos bancos de reservas: Pizzi x Pizzi. Os portugueses contam no seu elenco com o atacante Luis Alfonso Fernandes, que adotou o apelido "Pizzi" desde criança, quando o agora técnico da seleção chilena, Juan Antonio Pizzi, jogava pelo Barcelona.

"Quando eu era pequeno, ele jogava pelo Barcelona (1996-98) e estava no melhor momento de sua carreira. Quando eu comecei a anotar muitos gols, começaram a dizer 'Pizzi", lembrou Fernandes. "Gostaria de lhe dar um abraço, mas a verdade é que quero que o Pizzi português seja o que avance à final".

Fernandes, de 27 anos, joga pelo Benfica, onde marcou dez gols na temporada passada, mas tem atuado pouco na Copa das Confederações. Ele ficou de fora das duas primeiras partidas e entrou durante o triunfo por 4 a 0 sobre a Nova Zelândia na rodada final da fase de grupos. O atacante também não deve ser titular nesta quarta-feira, quando Portugal e Chile vão se enfrentar em Kazan.

O argentino Pizzi se aposentou como jogador em 2002 e três anos depois começou uma carreira de treinador, tendo passagem por oito clubes, como Valencia e Universidad Católica. Em janeiro de 2016, assumiu a seleção chilena, tendo faturado a Copa América Centenário meses depois.

"Me informei que quando ele estava começando a jogar, lhe fizeram a pergunta se tinha relação familiar comigo e disse que não era assim, e explicou que o tinham batizado futebolisticamente com esse nome", disse o treinador Pizzi. "Uma vez nos cruzamos em uma entrevista de rádio para um órgão espanhol e pude saudá-lo, mas faz muito tempo e é claro que gostaria de cumprimentá-lo porque eu tenho carinho por ele por usar o meu nome".

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