Lucas Figueiredo/CBF
Lucas Figueiredo/CBF

Emerson Royal sofre tentativa de assalto com troca de tiros em Americana

Episódio aconteceu na saída de uma casa noturna na madrugada desta sexta; jogador, que passa férias no Brasil, não foi ferido, mas cogita antecipar retorno à Inglaterra

Pedro Ramos e Ricardo Magatti, O Estado de S.Paulo

03 de junho de 2022 | 13h56

O jogador Emerson Royal foi vítima de uma tentativa de assalto na madrugada desta sexta-feira, 3, em Americana, interior de São Paulo, onde passa férias com a família. O episódio terminou com troca de tiros entre o assaltante e um outro homem que havia pedido autógrafos ao atleta. O lateral do Tottenham, da Inglaterra, não foi ferido.

O lateral do Tottenham e com passagens pela seleção brasileira estava acompanhado de familiares e do empresário Emerson Zulu no local e foi abordado pelo segurança da casa noturna, que o pediu autógrafos e uma foto, até que o assaltante se aproximou. Ao perceber a tentativa de assalto, houve troca de tiros. Após o episódio, Emerson foi à delegacia prestar boletim de ocorrência.

"Após sair de um evento, o segurança que o reconheceu pediu para tirar fotos com ele e se disponibilizou a levá-lo até o seu carro. Foi quando Royal sofreu a tentativa de assalto, com uma arma apontada. O bandido pediu seu relógio e outros objetos pessoais", contou o empresário do jogador, Emerson Zulu.

"Quando o bandido percebeu o segurança, só nos lembramos da troca de tiros e nos esquivamos, parece que o Royal me puxou para me ajudar. Não lembro bem, foi tudo muito rápido e a adrenalina estava a mil", continuou o agente.

De acordo com o delegado Robson Gonçalves de Oliveira, responsável pelo caso, houve 26 tiros, 17 disparados pela arma do assaltante e nove pela arma do segurança, um policial que estava à paisana. O delegado afirmou que o bandido queria a corrente de ouro e o relógio do jogador e crê que, se o segurança não tivesse agido, ele mataria o atleta.

Segundo o empresário, Emerson se chateou com o sobressalto, mas o episódio, diz ele, não abalou o atleta psicologicamente. No entanto, o Estadão apurou que o estafe do atleta, composto por um neurocentista e um psicanalista, entende que seria melhor antecipar o retorno à Inglaterra. Ele irá ao Sul e de lá decidirá se fica no País ou volta para Londres mais cedo.

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