Arquivo/AE
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Emerson será operado e pode não jogar mais no Santos

Com salário de R$ 250 mil, volante terá de operar a tíbia esquerda e não deve mais vestir a camisa santista

Sanches Filho, Agência Estado

15 de outubro de 2009 | 19h08

A história de Emerson no Santos pode ter chegado ao fim. No início da noite desta quinta-feira, o médico Carlos Braga deu a informação que Vanderlei Luxemburgo tentou esconder na entrevista que concedeu minutos antes. O volante terá que operar a tíbia esquerda para eliminar uma fissura em decorrência da fratura por estresse que sofreu quando ainda jogava pelo Milan, e só voltará às atividades dentro de dois ou três meses.

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A cirurgia de Emerson está marcada para a próxima quarta-feira no Hospital São Luiz, em São Paulo, e será realizada pelo médico do Corinthians, Joaquim Grava.

"Em decorrência da fratura por estresse que ele sofreu tempos atrás, a sua tíbia esquerda apresenta uma pequena fissura. A cirurgia é necessária para que se faça um enxerto no local", explicou Braga. Pouco antes, ao ser questionado sobre Emerson, Luxemburgo tentou desconversar. "Vamos deixar a situação de Emerson ficar bem desenhada pelo departamento médico para só depois passarmos uma informação precisa."

Emerson foi contratado por telefone por Luxemburgo duas horas depois de o Santos perder de virada do Flamengo, na Vila Belmiro, no dia 26 de julho. Apesar de ter atuado poucas vezes e passado por inúmeros problemas de contusões durante o seu último contrato com o Milan, o acerto com o Santos foi anunciado antes que ele se submetesse aos exames médicos de praxe.

Cinco dias depois, o ex-volante da seleção brasileira, visivelmente acima do peso, foi apresentado como novo astro do time. Consta que ele ganha R$ 250 mil por mês. O seu contrato termina no dia 31 de dezembro, com opção de renovação por mais um ano. Participou de seis jogos, quase todos incompletos, não marcou gol e recebeu dois cartões amarelos.

Quando Emerson deixou de participar do coletivo que precedeu o clássico contra o Palmeiras, a explicação do preparador físico Antônio Mello foi que ele tinha sido preservado por ter sentido demais a carga do treino da véspera, mas estava escalado para o clássico. Nos dias seguintes, o problema passou a ser explicado como um pequeno desconforto muscular e, depois, a informação era de que ele se recuperava de uma inflamação na tíbia esquerda.

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