Daniel Augusto Jr/Agência Corinthians
Daniel Augusto Jr/Agência Corinthians

Empresários de Guerrero confirmam saída em julho

Nota ratifica informação divulgada pelo presidente do Corinthians

Estadão Conteúdo

23 de maio de 2015 | 11h45

A saída de Paolo Guerrero do Corinthians no meio do ano está mesmo acertada. Quem confirmou isso foi a empresa responsável pelo gerenciamento da carreira do atacante, a OTB Sports, em comunicado divulgado na manhã deste sábado. Os agentes ratificaram as informações divulgadas pelo presidente do clube, Roberto de Andrade, sexta-feira.

Se Roberto de Andrade falou em tom de despedida e disse que "o mais provável" era que o jogador deixasse o clube, neste sábado os empresários do peruano confirmaram que ele não vestirá mais a camisa do Corinthians após o dia 15 de julho, quando termina seu contrato.

"A OTB Sports, dos sócios Bruno Paiva, Marcelo Goldfarb e Marcelo Robalinho, e do diretor executivo Fernando Paiva, se faz da presente para reiterar as afirmações do presidente do Corinthians, Roberto de Andrade, em coletiva prestada nesta sexta, no CT Joaquim Grava. OTB Sports e SCCP (Sport Club Corinthians Paulista), na figura de seu presidente, fizeram o possível para chegar a um acordo comercial e sacramentar a permanência de Paolo Guerrero no clube. Infelizmente, não foi possível", explica o comunicado.

Com a confirmação da saída do jogador, o futuro de Guerrero é incerto. Clubes de fora do País e até de dentro do Brasil, como Flamengo e Palmeiras, já manifestaram o interesse no peruano, que, até o momento, nada comentou sobre o assunto. Pelo Corinthians, foram três anos de uma relação de sucesso, na qual juntos conquistaram um Campeonato Paulista, uma Recopa Sul-Americana, em 2013, e o Mundial de Clubes da Fifa de 2012.

Até pelo forte vínculo criado com o Corinthians e sua torcida, a promessa é de esforço total até o fim do contrato. "O atleta cumprirá seu acordoo com o Corinthians até 15 de julho de 2015 e seguirá atuando com o mesmo empenho e dedicação que manteve ao longo dos últimos três anos", prometeram os empresários de Guerrero.

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