Enderson Moreira lamenta o tempo curto para treinos no Santos

Técnico justifica derrota por 3 a 0 para o Criciúma no fato de não ter trabalhado de olho para o duelo após enfrentar o Bahia na quinta

Estadão Conteúdo

13 de outubro de 2014 | 10h16

Após ver o Santos ser derrotado por 3 a 0 pelo Criciúma na noite deste domingo, fora de casa, pelo Campeonato Brasileiro, o técnico Enderson Moreira lamentou o fato de que a equipe teve pouco tempo para treinar para este duelo, depois de ter enfrentado o Bahia na quinta-feira, na Vila Belmiro. O comandante falou sobre o tema ao ser lembrado, em entrevista coletiva, de que o time santista acabou levando dois gols de bola parada, na qual falhou na marcação após cruzamentos na grande área.

"Bola parada, sempre que a gente tem possibilidade de treinar, a gente treina e tem que repetir. Mas não dá para fazer isso jogando quinta-feira à noite e domingo. Infelizmente a gente tem que vir para o jogo sem poder preparar neste quesito", reclamou o comandante, que evitou ficar lamentando muito o resultado deste último domingo ao lembrar que na quinta-feira o Santos terá pela frente o Botafogo, no Pacaembu, pelo duelo de volta das quartas de final da Copa do Brasil. "A gente não foi feliz aqui, mas é vida que segue, estamos vivos na Copa do Brasil, temos uma classificação a ser disputada", ressaltou.

O volante Arouca, por sua vez, seguiu a mesma linha de discurso do treinador após a derrota em Criciúma. "Vamos descansar, trabalhar durante a semana e corrigir os erros para estar bem e fazer uma grande partida diante do nosso torcedor. Desde já, convoco nosso torcedor de São Paulo para lotar o Pacaembu e nos apoiar. Com ajuda deles, somos mais fortes", enfatizou.
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Já ao comentar o fato de que Leandro Damião teria supostamente tentado simular um pênalti sobre ele ao puxar a própria camisa em lance na área do Criciúma, Enderson até cogitou uma possível punição ao atacante, mas deixou a impressão de que apenas deverá conversar com o jogador sobre o ocorrido.

"Eu condeno qualquer tipo de situação desse tipo, de tentar enganar o árbitro, é tão difícil arbitrar. A punição tem que ser pra todos. Se houve esse tipo de jogada, a gente vai conversar sim, internamente eu posso fazer isso (punir o atleta), mas é a arbitragem que tem que punir quando isso acontece", ressaltou.

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