Felipe Rau/Estadão
Felipe Rau/Estadão

Enderson Moreira pede alternativas no meio e no ataque do Santos

Treinador elogia base, mas destaca necessidade de reforçar equipe mesmo em meio a dificuldades financeiras do clube

GONÇALO JUNIOR, O Estado de S. Paulo

09 de janeiro de 2015 | 11h37

Embora o Santos esteja perto de acertar apenas um reforço - o meia Chiquinho, do Fluminense, deve assinar contrato nesta sexta-feira -, o técnico Enderson Moreira afirma que a equipe tem uma base boa e precisa de contratações pontuais, no ataque e no meio, para esta temporada.

"Precisamos de alternativas para o ataque, para o meio de campo, precisamos de alternativas. O Dagoberto (Santos, novo CEO do Santos) está atrás desses jogadores. Todas as opções que tivermos para agregar, pois teremos 70 jogos na temporada e não podemos sentir falta de um jogador que não possa jogar por um motivo ou por outro. Temos que ter um grupo", afirmou o treinador em entrevista coletiva nesta sexta-feira, no CT Rei Pelé.

A principal alternativa que está na mira do Santos é o atacante Ricardo Oliveira. Elano também quer retornar à Vila Belmiro. "São dois grandes jogadores que têm uma historia vitoriosa no futebol. Estamos conversando com a direção sobre boas oportunidades. Existem nomes que a direção já trabalha há mais tempo. São ótimas alternativas dentro do que a gente possa pensar", afirmou.

Para o treinador, a chave para superar as dificuldades financeiras é criatividade na hora de contratar. Para exemplificar, citou o atacante Dudu que está sendo disputado por São Paulo e Corinthians, e Ricardo Goulart, um dos destaques do Cruzeiro bicampeão brasileiro. "O que o presidente tem passado é que temos dificuldade de trazer grandes nomes. O próprio Dudu, no Grêmio, era desconhecido e hoje é um jogador disputado. O mesmo aconteceu quando levamos o Ricardo Goulart para o Goiás", afirmou Enderson.

Além das dificuldades financeiras, o Santos corre contra o tempo para inscrever os novos jogadores no Campeonato Paulista. Enderson lamentou a realização das eleições presidenciais do clube que, segundo ele, prejudicaram o planejamento da equipe. "O que nós temos é uma limitação do Campeonato Paulista, um prazo para inscrever. Quem não chegar dentro desse prazo, dificilmente terá um bom primeiro semestre. Se a eleição tivesse acontecido há três, quatro meses atrás, nós estaríamos em outro estágio".

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