Guarani/Divulgação
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Endividado, Guarani enfrenta dificuldades para quitar pagamentos

Time de Campinas ainda não confirmou nenhuma contratação para a próxima temporada

Redação, Estadão Conteúdo

13 de dezembro de 2019 | 17h25

Com três meses à frente da presidência do Guarani, Ricardo Miguel Moisés enfrenta graves problemas financeiros. O mandatário corre contra o tempo para evitar que o clube atrase o pagamento do 13ºsalário dos funcionários pelo segundo ano seguido. E ele ainda não quitou premiação da Série B do Campeonato Brasileiro ao elenco, assegurada em virtude da fuga da zona de rebaixamento.

Além da grana curta, o time campineiro ainda "perdeu" cerca de 30% das cotas de televisão repassada pela Federação Paulista de Futebol pela participação no Campeonato Paulista em virtude de adiantamentos, conforme antecipado pelo mandatário em entrevistas recentes.

Com os cofres vazios, o departamento de futebol tem enfrentado dificuldades no mercado e, mesmo com duas semanas sem competições, ainda não conseguiu oficializar nenhum reforço - o goleiro Rodrigo Viana e o zagueiro Ednei têm situações bem encaminhadas para desembarcar no Brinco de Ouro da Princesa.

A ideia da direção do Guarani, de olho no Campeonato Paulista, é ter folha salarial de R$ 800 mil no futebol profissional. A caça por novos patrocinadores não está descartada para aumentar a arrecadação.

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