Gabriela Biló|Estadão
Gabriela Biló|Estadão

Entenda como fica o contrato de Pratto com o São Paulo a cada ano

Documento tem diversas cláusulas de valorização por metas alcançadas

Paulo Favero, O Estado de S. Paulo

14 Fevereiro 2017 | 07h00

O contrato de Lucas Pratto com o São Paulo tem diversas cláusulas e detalhes que tornaram a negociação mais complexa e demorada do que o esperado. O jogador já está treinando normalmente no CT da Barra Funda, vestiu a camisa 14 e deve estrear no sábado, contra o Mirassol, pelo Paulistão.

O atacante confessou que escolheu o novo time por causa do projeto apresentado. Se tiver um bom rendimento em campo, obrigará o clube a comprar mais partes de seus direitos e será valorizado. Confira como foi feito o acordo entre São Paulo e Atlético-MG pelos direitos do jogador.

Fevereiro de 2017

O São Paulo paga 6,2 milhões de euros (R$ 20,4 milhões) por 50% dos direitos Lucas Pratto, divididos em três parcelas – 3,2 milhões de euros (R$ 10,5 milhões) à vista e outras duas em abril e em junho. Não há obrigação de vendê-lo na janela de julho.

Janeiro de 2018

O São Paulo terá de vender o atleta se chegar uma proposta superior a 11 milhões de euros (R$ 36,2 milhões), desde que o salário seja em torno de US$ 300 mil (R$ 933 mil) por mês – se não quiser vender, terá de comprar a outra metade dos direitos de Pratto. Se não houver proposta, o clube terá de pagar 1,5 milhão de euros (R$ 5 milhões) por mais 15% do atacante, desde que ele atinja as metas estipuladas de número de jogos e gols pelo São Paulo e pela seleção da Argentina (mantidos em sigilo). Caso Pratto não queira se transferir, valerá a vontade dele.

Janeiro de 2019

Funciona nos mesmos moldes da janela de transferências de 2018. Mas se Pratto não tiver cumprido as metas, o São Paulo não terá obrigação de comprar mais 15% dos direitos.

Janeiro de 2020

Vale como nos anos anteriores, mas com uma mudança: o valor dos 15% aumenta para cerca de 1,8 milhão de euros (R$ 6 milhões), o que no final daria a soma de 11 milhões de euros (R$ 36,2 milhões) por 95% dos direitos do atacante.

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