NILTON FUKUDA / ESTADÃO
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Entenda o que Raí cobrou do time do São Paulo na reunião desta sexta

Reunião a portas fechadas no CT da Barra Funda contou com diretoria, comissão técnica e elenco

Renan Cacioli, O Estado de S. Paulo

01 Fevereiro 2019 | 20h54

O dia seguinte à derrota para o Guarani, a segunda consecutiva no Campeonato Paulista, foi de cobrança no São Paulo. Raí, diretor de futebol do clube, convocou uma reunião a portas fechadas no CT da Barra Funda, na qual quis saber de jogadores e comissão técnica o que poderia ser feito de parte a parte para melhorar o rendimento da equipe.

Na visão do ídolo e dirigente, não tem faltado empenho, mas o time vem tendo problemas de atenção. Houve, também, um pedido para que os atletas se sintam mais inconformados com as derrotas.

Além de Raí e dos jogadores, participaram da conversa Alexandre Pássaro, gerente de futebol, Vagner Mancini, coordenador de futebol e elo entre diretoria e elenco, e a comissão técnica encabeçada pelo treinador André Jardine.

O clima, segundo apurou o Estado, não foi pesado. Alguns líderes do elenco se manifestaram, mas sempre em diálogo franco com Raí. O encontro durou mais de uma hora e alterou a programação do dia. O treino, marcado para ter início às 11h, só foi começar por volta das 12h30.

A maior preocupação da direção é com a partida da próxima quarta-feira, contra o Talleres, na Argentina, pela Pré-Libertadores. Esperava-se que, iniciado o segundo mês de trabalho – o São Paulo se reapresentou em 3 de janeiro e, no dia seguinte, viajou para os Estados Unidos, onde disputou a Florida Cup –, o time já apresentasse consistência.

Apesar de ter iniciado o Paulistão com duas vitórias tranquilas, sobre Mirassol (4 a 1) e Novorizontino (3 a 0), foi completamente dominado no clássico contra o Santos, que perdeu por 2 a 0, e não mostrou repertório para furar a retranca do Guarani após ter sofrido um gol com pouco mais de um minuto de jogo na quinta-feira.

 

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