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David Mercado/Reuters
David Mercado/Reuters

Entenda por que o adversário do Palmeiras na Libertadores se chama 'Golfinho'

Atual campeão equatoriano, Delfín presta homenagem a mamífero e precisou se reconstruir após forte terremoto em 2016

Ciro Campos, O Estado de S.Paulo

24 de novembro de 2020 | 19h18

O adversário equatoriano do Palmeiras nesta quarta-feira pela Copa Libertadores, O Delfín, tem um nome curioso se traduzido do espanhol: golfinho. O jovem clube da cidade litorânea de Manta carrega até mesmo entre a torcida o apelido de Cetáceos, em referência à classificação biológica na qual estão divididos golfinhos, baleias e outros animais mamíferos de vida marinha.

A escolha do nome e a presença do golfinho no escudo indicam a forte ligação do clube com a atividade econômica da pesca. O golfinho é um símbolo presente em Manta principalmente por ser considerado um animal nobre e que costuma acompanhar as embarcações que deixam o porto e se aventuram no Oceano Pacífico em busca de peixes. Quando o clube foi fundado, a escolha da identidade serviu para registrar a representatividade da relação entre o povo e o mar.

O Delfín é jovem e foi fundado em março de 1989 no lugar de um antigo clube da cidade, o 9 de Outubro. Campeão equatoriano no ano passado, o clube viveu um período muito difícil em abril de 2016. Na ocasião houve um forte terremoto na cidade de Manta e o estádio Jocay também foi atingido. Alguns torcedores ajudaram na reconstrução com a doação de materiais e o trabalho voluntário.

O adversário do Palmeiras disputa apenas pela terceira vez a Copa Libertadores. Em 2018, na estreia, o time ficou em último lugar no grupo e no ano passado a campanha terminou ainda mais cedo, na fase prévia. Um dos jogadores mais conhecidos do elenco é o goleiro Maximo Banguera, que teve passagens pela seleção equatoriana.

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